Laços e Fitas Vermelhas

O laço que fizeste não prende mais meu corpo
Tuas mãos não aquecem mais as minhas
E agora ando sem rumo
Agora ando por outra estrada
As flores que enfeitam teus cabelos
Um dia provaram o meu amor
Agora são simples adornos
Desconexos
Estás tão perto
Mas não posso te tocar
De meus olhos escorrem lagrimas frias
Em minhas mãos uma vela de chama vermelha
Em meu coração tua espada cravada
Nesse impasse ao qual sucumbo
Não permitas que a solidão seja então meu fim
Ao gritar teu nome profano
Por que não me deixas voar
Agora que me deste asas?
Porque não me deixas viver
Agora que te dei minha vida?
Porque ando tanto,
Se não estas em meu caminho?
Porque as rosas sangram ao tocar meus dedos?
Porque lhe peço perdão se a culpa é sua?
Então me diga: o que há de errado comigo?
Porque teu silêncio machuca tanto?
Porque esta dor,
Se o que me resta agora é viver?
Celebrando nossos erros,
Nossa ignorância
Sinto tanto por me afastar
Por fugir
Não me julgues agora,
Minha lagrima é tão verdadeira quanto sua dor
Meu coração não bate,
Suspira
E sei que a resposta que procuro está em você
Para por um fim nisso tudo
Para enterrá-la no fundo do meu peito
(29/05/2006 – 23h05min
29/10/2010 – 01h37min)

O laço que fizeste não prende mais meu corpo

Tuas mãos não aquecem mais as minhas

E agora ando sem rumo

Agora ando por outra estrada

As flores que enfeitam teus cabelos

Um dia provaram o meu amor

Agora são simples adornos

Desconexos

Estás tão perto

Mas não posso te tocar

De meus olhos escorrem lagrimas frias

Em minhas mãos uma vela de chama vermelha

Em meu coração tua espada cravada

Nesse impasse ao qual sucumbo

Não permitas que a solidão seja então meu fim

Ao gritar teu nome profano

Por que não me deixas voar

Agora que me deste asas?

Porque não me deixas viver

Agora que te dei minha vida?

Porque ando tanto,

Se não estas em meu caminho?

Porque as rosas sangram ao tocar meus dedos?

Porque lhe peço perdão se a culpa é sua?

Então me diga: o que há de errado comigo?

Porque teu silêncio machuca tanto?

Porque esta dor,

Se o que me resta agora é viver?

Celebrando nossos erros,

Nossa ignorância

Sinto tanto por me afastar

Por fugir

Não me julgues agora,

Minha lagrima é tão verdadeira quanto sua dor

Meu coração não bate,

Suspira

E sei que a resposta que procuro está em você

Para por um fim nisso tudo

Para enterrá-la no fundo do meu peito

(29/05/2006 – 23h05min

29/10/2010 – 01h37min)

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