Viúva-Negra


Com você
Sinto minha morte
Não com medo é claro
Mas seco
Silencioso e suave
Tal como as carícias
Que não devia ter me dado

Como diria certo alguém
Palavras são como veneno
E por isso, não por outra coisa,
Deve ser dosado
Não como os beijos de amor doentio
Que me dispensas
Mas como seus dedos
E o toque do veneno em sua boca

Princesa irrelevada
Irrelevante
Será sempre o veneno
Que devo e não quero
Provar.
(07/11/2007 – 21h29min
10/10/2010 – 12h42min)

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