Eterna


Me sufocam
Teus olhos incertos
Tua alegria breve
Teus contos sem calma
Suas intenções inconstantes

Me embriagam
Teu perfume
Teu toque
Teus olhos de vidro
De vidrado esplendor
Tua voz de anjo
Profetizando meus erros

Me fascina
Tua força embora tão débil
Teu calor amoroso
Tépido como um tapa
Instante como uma noite em claro

Me diga:
Que pés te levam,
Que ar te respira,
Que sangue te sacia,
Que peito descompassa,
Que saudade não maltrata,
Sua doce e simples falta?
(20/12/2009 – 00h38min
21/12/2010 – 02h48min)

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