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Textos gerais, sobre organização ou atualizações no blog, mensagem direta aos leitores fora das categorias normais

Os números de 2012

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 2.200 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 4 anos para ter este tanto de visitação.

Clique aqui para ver o relatório completo

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Agora

É quando você para de perguntar, para de procurar e simplesmente deixa de lutar contra o fluxo. Parar, deixar que as coisas de que tanto fugia passem sem resistência. Não para que o alcancem apenas, mas para que continuem seu caminho, que voem para longe. Continuar lendo

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Roda da Fortuna – Palavras

Poderia dizer tantas coisas… Tantas, que não me cabem no pensamento. Tantas que esqueço ou me escapam antes mesmo de poder tê-las na retina, antes do papel, amassado, tombar na lixeira sempre ao meu lado, sempre receptiva as minhas oferendas de noites sem conta, de dias que rabisco, escrevo, descrevo, desenho linhas desconexas sobre traços paralelamente entrelaçados, entre gotas de orvalho em rosas que crescem em  meio a tempestade e formigas que se escondem sob folhas grandes demais. Materializo no som do silêncio que me cerca as idéias que não conto, não sussurro, nem mesmo atrevo dizeres ou descrições. Por que?

Para que não sejam corrompidas por pensamentos falsos, por venosas idéias de sopros que o vento trás pela janela, fechada, que separa meu mundo do resto… Não tenho um mundo meu, se já o tive o perdi a muito tempo, um castelo de vidro que  vi fecundar dos raios e das faiscas da minha antiga inocência na areia da realidade que tentei fugir, ainda criança, pela tristeza que me era emanada, na qual nunca me encaixei por que, até um (in)certo dia eu ainda era feliz demais. Uma fortaleza  interior, exterior, superior e ao mesmo tempo inferior, transparente, translucida,  lucida, Luz! Raios que refletem e reverberam entre a crueldade mascarada e as palavras  de afeto modificadas, moldadas, esquecidas em corredores estreitos de paredes grossas; que mesmo tendo visão de fora, estava dentro, isolado, ‘protegido’ de um mal que sentia, mas não sabia se era mesmo real.

Via minhas memórias bloqueadas, como peças em gelo, quadros de tintas que nunca  secam, musica que nunca se encerram, e esmiuçam suas notas até desaparecer no  desafeto de outra valsa repetida e remarcada, nos mesmos passos, na mesma dança cega. Refiz passos, desviei olhares, ignorei avisos e me atirei no abismo de minhas idéias, sozinho. Mas não sem antes desviar do que tanto me ‘protegia’, encontrar falhas, brechas, uma saída por menor que fosse, aí me entreguei com todas as forças, arrisquei alto demais, apostei minha vida e o que ainda sobrava de minha sanidade. Entreguei-me assim a minha própria loucura, inata, imaculada, escondida, real. Abri portões e passagens proibidas, contrariando os avisos por ser novidade no mundo, e  por sê-lo o fiz, como é próprio e expectado por uma criança que falava com amigos  ‘imaginários’ e se isolava do mundo, de todos pra brincar ou apenas pensar, sozinho com estranha naturalidade, com tanta ‘coragem’ e  certeza, como soube depois ser esta a opinião de quem assistia meus atos, por olhos velhos demais, por idéias à muito ignoradas. Castelo que vi se erguer na areia do tempo, e que quebrei com minhas próprias mãos, em busca de minha própria liberdade, aceitando os desafios e perigos ‘cedo demais’ vendo o mundo com olhos que crianças nem mesmo sonham em ter. O vento sopra folhas umidas enquanto minha mente vagueia e o assunto inicial se perde  em tantos outros… Idéias rápidas demais, muitas delas, das quais nunca saberei, das  quais muitas esquecerei, pela lentidão do registro das palavras que pesco no ar  enquanto elas passeiam acima dos meus olhos. Assim a Roda gira, assim se dá a primeira volta.

(02h16min
07/03/2010)

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Poesias – 2006

Começa a partir de agora no blog uma nova fase para a cagetoria de poesias: as poesias publicadas no ano de 2006, organizadas, assim como as do ano anterior de forma aproximada, por não ter os registros de todas elas, mas por conhecer o período em que foram escritas, e pela ordem que sempre mantive os meus manuscritos.

Até meados de 2007, ou 2008 eu mantinha todas as poesais nos manuscritos originais, em uma pasta que depois de muito tempo foi ganhando volume, até que pude enfim gravar em meios digitais, destruindo todos os manuscritos até então devido a organização primeira em um arquivo de texto no meu velho computador.

Poucos foram os manuscritos que ainda guardo, e todos tenho o registro conforme a época, com versões mais antigas intocadas, com a forma de escrita acompanhando a mentalidade que tinha na época, e arquivos mais novos, com correções de métrica, sonoridade ou reescrita de versos que já não faziam mais sentido.

Acompanhe-nos neste novo compasso desta eterna valsa, dance até perder esquecer do corpo, deixe-se levar pela melodia, e quem sabe nos veremos em meio à dança.

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Renovare

Saudações leitores, viajantes e ilustres desconhecidos, bem vindos A Valsa das Flores Mortas! Que sua estada seja boa, e que desfrutes dessa eterna dança, entre lirismos e desejos, embalados pela música dos sentimentos entrelaçados, as vezes confusos, as vezes dispersos. Acompanhe o compasso e quem sabe nos encontramos nas voltas que a dança e a vida nos dá. Continuar lendo

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Os números de 2011

Neste ano que passou mutia coisa aconteceu, e por alguns motivos diminui drasticamente as postagens ao longo do ano, e pouco prossegui em meus projetos pessoais, minhas poesias, contos ou mesmo meus livros. Pois bem, agora é hora de começar um novo ano repleto de novidades, e por que não começar com as estatísticas, os dados que trouxeram o blog até seue stado atual? Espero que nos acompanhem, critiquem, comentem, msa acima de tudo, deixem a poesia e a arte tornarem-se parte de suas vidas, como algo presente, e que o novo se abra, e que possa-se ver a beleza desde mundo. Continuar lendo

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Saudações e Avisos

Mais um ano se encerra, muitas histórias foram contadas e muitas outras ainda estão por vir.

Deixei o blog às moscas, e talvez às aranhas por um tempo, e devo desculpas por isso, ou não, não sei dizer.

O Que sei dizer é que mudanças estão por vir, novas empreitadas serão alçadas e as velhas revisitadas, toda obra é um eterno voltar, e um eterno fazer, toda obra nasce em nós, e através de nós ela nasce, para que vós a contempleis, e possam fazer dela realidade. Continuar lendo

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